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ALERJ cercada e Comandante dos Bombeiros ataca seus comandados. A Ditadura está avançando no Rio de Janeiro.

Amigos, a situação dos bombeiros militares do Rio se agrava, e a democracia está comprometida no nosso Estado. Enquanto a mídia comemora não se sabe o que, e entope a cabeça da população de eventos e especiais de natal, o Estado está cada vez mais sitiado!
Vou reproduzir aqui duas informações que estarrecem:
A primeira é a cena da ALERJ cercada por grades, policiais preparados pra guerra, cães e tudo mais, fechando toda a praça em frente da Alerj, apenas para impedir a aproximação de qualquer cidadão ou manifestante. É estado de sitio! Vejam as fotos e o vídeo da Record, cujo apresentador estava perplexo. Pra Globo e resto da imprensa, não aconteceu nada.

 Vejam os bombeiros chorando!!!



 A segunda informação estarrecedora é a carta divulgada pelo comandante dos bombeiros, um traidor que assumiu durante a última crise de julho prometendo resolver os problemas e defender seus comandados. Agora vejam o disparate de suas palavras. Grifei para destacar!


Mensagem do Comandante - 14/12/2011 Imprimir E-mail
Qua, 14 de Dezembro de 2011 13:29
Senhores e Senhoras oficiais e praças,

Este Comando completou, no último dia 04 de dezembro, seis meses na gestão de nosso Corpo de Bombeiros. Neste período, centramos as nossas ações no implemento de uma série de medidas administrativas com vistas à melhoria das condições salariais de nossa tropa. Criamos condições para a promoção de oficiais e praças, encaminhamos vários entendimentos para o fortalecimento operacional, adotamos medidas efetivas para significativos avanços na área de ensino e instrução.
Neste momento, concluímos uma proposta de mudança em nossa lei de vencimentos e trabalhamos contra o tempo numa proposta de redução dos interstícios para a promoção de praças. Em todas as nossas iniciativas, contamos com o apoio incondicional do Governador Sérgio Cabral.
Temos a convicção  de que empregamos os nossos melhores esforços na busca do atendimento às nossas necessidades.
Pois agora, justo no momento em que retomamos os valores e tradições de uma Corporação Militar, evidenciando a nossa unidade corporativa, somos surpreendidos por uma nova manifestação com características de baderna, conduzida de forma leviana e irresponsável, a soldo de interesses políticos. Desta vez, a estratégia é diferente. Ao que parece, não haverá invasão, depredação do cassino de Cabos e Soldados, saque ao depósito de alimentos ou bloqueio à saída de viaturas de socorro como no passado recente.
Os representantes desta ação - que desonra a longa história desta Instituição Militar -, agora, absurdo dos absurdos, covardemente,  incitam à greve.
Como Bombeiro, com uma carreira inteira dedicada à Corporação, não admito esta afronta. Afirmo, com a convicção de que tenho o apoio da tropa, que o nosso Corpo de Bombeiros não será manchado por esta desonra.
Dirijo-me a todos os Bombeiros de verdade, os que honram a nossa farda, os que respeitam  a nossa história, para dizer que confio no profissionalismo e na responsabilidade que temos com esta Corporação sagrada e, principalmente, no compromisso com a sociedade.
Saibam que a única razão que me trouxe ao Comando da Corporação é o compromisso inarredável com as nossas causas e nossos ideais. Enquanto aqui estiver, lutarei incansavelmente pela melhoria de nossas condições.
Repito, não estou aqui para pedir votos. O que peço é a confiança de todos para que possamos seguir adiante em nossos legítimos propósitos.

Sérgio Simões - Coronel Bombeiro Militar
Comandante Geral do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro


Este ser, servidor público do Estado, de carreira militar, que hoje serve aos interesses de um governador de ocasião, desonrou e difamou centenas, milhares de bombeiros, chamando-os de baderneiros, levianos e irresponsáveis, assim como o governador tirânico e com traços nazistas, Sérgio Cabral Filho fez há menos de seis meses, além de lhes imputar uma acusação séria, de prevaricação e de uso de suas atribuições públicas como bombeiros para fins pessoais e políticos, sem provar.
Não bastasse isso, tenta transparecer para a população, cidadãos em pleno gozo dos direitos civis, uma vez que esta é uma declaração pública, que fazer greve é "absurdo dos absurdos". Isto é crime, atentado contra o direito de livre associação e à greve!
Por fim, no meio de diversas promessas repetidas e que até hoje não foram cumpridas, os chama de falsos bombeiros e de desonrados.

É este elemento que comanda os bombeiros do Rio hoje! É este tipo de gente que comando o Rio hoje! Sérgio Côrtes na saúde, privatizando e fazendo negociatas com as vidas que são ceifadas diariamente, Sérgio Simões humilhando e perseguindo os bombeiros e à frente deles todos, Sérgio Cabral, o governador despótico, que quer controlar o parlamento, a mídia, os sindicatos, as armas e tudo mais. Qualquer semelhança com a Alemanha nazista é mera coinscidencia. Será?

SHOW DE DESCASO EM INCÊNDIO EM CAMPO GRANDE, RJ


É com pesar que assistimos a mais este incêndio no centro comercial de Campo Grande, que tem convivido estranha e rotineiramente com estes casos. Muitos virão agora lamentar os prejuízos dos comerciantes atingidos e das pessoas feridas, mas algumas observações tem que ser feitas.
A princípio um comerciante inteligente sabe que qualquer empesa precisa de um seguro, pois ficar a mercê de incêndio, assalto, desastre ou qualquer outro incidente é o primeiro passo para seu empreendimento naufragar. Não há desculpa para quem instala um comércio no centro do bairro, lugar caro e valorizado, não incluir na planilha de custos um seguro. Posto isso, imagino que a esmagadora maioria senão todos estavam segurados e seus prejuízos serão então os dias parados.
Mas a partir daí começam os verdadeiros dramas, os problemas que tem que ser apontados. Um deles é que mais uma vez os hidrantes de Campo Grande não tem água. O Corpo de Bombeiros atende rapidamente, chegam em poucos minutos para sua heróica missão ( mal remunerada, não é Sérgio Cabral, os "baderneiros" e "vagabundos") e não encontram água nos hidrantes onde possam ligar suas mangueiras. A Cedae deve ser a responsável por isso, e nos incêndios que atingiram o Shopping Luzes, na outra ponta do "Calçadão" e no comércio popular perto da rodoviária, a situação foi a mesma: NÃO HÁ ÁGUA NOS HIDRANTES DE CAMPO GRANDE!
O incêndio do Shopping Luzes eu fui testemunha ocular do desespero dos bombeiros em busca de água. Procuraram nos dois hidrantes do início da Rua Coronel Agostinho, o famoso Calçadão, procuraram na Rua Viúva dantas, transversal ao Shopping e procuraram na rua do túnel que passa por debaixo da linha de trem e nenhum hidrante tinha água. As fiações começaram a explodir e soltar faíscas e eles estavam todos de pé sem poder fazer nada até a chegada de um caminhão pipa.
Quando este caminhão enfim chegou, a correria foi quase em vão por causa das mangueiras que possuíam: todas furadas, em mais de dez pontos, pelos quais a água se esvaia pra todos os lados exceto para o qual se apontava a mangueira. Camelôs e transeuntes ajudavam como podiam e era trágico-cômico ver que no centro do bairro mais populoso da Zona Oeste do Rio as chamas podem arder a vontade que o governo do estado do Rio não tem interesse/capacidade de fazer nada. Não há água ou equipamento necessário.
O sub-prefeito Edmar Teixeira deveria se movimentar pra cobrar das autoridades estaduais explicações sobre mais este caso de descaso com a população de campo Grande. Relatos dos leitores do G1 dão conta de que mais uma vez os hidrantes estavam sem água e que foi necessário chamar um caminhão pipa particular pra combater o incêndio.

Mas temos que tratar de um assunto ainda mais importante, um descaso ainda mais trágico e repugnante: a morte de dezenas de animais que se encontravam enjaulados dentro do mercado São Braz. Não sou especialista em direito ambiental, nem sei quais são as condições para se vender animais legalmente, mas me enojava e revoltava passar pelo mercado e ver dezenas de aves, répteis, roedores e outros animais presos em gaiolas minúsculas e superlotadas, num mercado abafado e sujo, sem ventilação, iluminação ou higiene necessários,e principalmente, sem liberdade alguma. Não me importa o que diz a lei, e o quão permissiva e antropocentrista ela seja, pra mim não há razoabilidade de se manter animais encaixotados e enjaulados como se feras ou criminosos fossem.
Mas o fato é que todos estes animais, que já sofriam com seu cárcere e maus tratos, agora estão mortos carbonizados e sufocados porque o dono do estabelecimento preferiu fechar a loja e fugir, provavelmente com o dinheiro do caixa, e deixar os animais trancados nas gaiolas. Sua ganãncia assassina é tão grande que preferiu trancar todos e tentar ver se sobravam alguns do que lhes permitir escapar da morte e perder sua mercadoria. Isto é crime contra o meio-ambiente certamente, e o que me deixa indignado é que sua pena será pífia e que ele deve estar apenas se preocupando com a perda da "mercadoria", que no caso, eram seres vivos!

Fica então um recado pro secretário de meio ambiente, o meu amigo petista Carlos Minc, pra que investigue este caso e puna exemplarmente os responsáveis, inclusive os que porventura tenham dado permissão para a venda de animais num galpão sem saídas de emergência, ventilação ou estrutura necessária.

Por fim, fica uma nota sobre o aproveitamento de alguns infelizes que promoveram um arrastão durante a confusão, trazendo mais caos e medo aos moradores de Campo Grande. Aliás, estamos chegando perto do natal, e estes arrastões são rotina no mês de dezembro, seria interessante a PM e a Guarda Municipal ficarem atentas desde já.

Lamentável tudo isso, o incêndio, que deve-se descobrir as causas, o arrastão e a incompetência e o descaso dos governos estadual e municipal, principalmente o do governador Sérgio Cabral que é responsável pela Cedae e pelo Corpo de Bombeiros.

HISTÓRIA DA LUTA DOS BOMBEIROS DO RIO


HISTÓRICO (desde abril!)

Nada começou agora: os bombeiros do Estado do Rio de Janeiro realizam ações desde abril de 2011! Nada começou agora!

Conheça os principais passos do processo! Ajude a divulgar!

>> 14 de abril (quinta-feira) – Os trabalhadores encaminharam um documento com as reivindicações à Secretaria de Saúde e Defesa Civil do Estado do Rio de Janeiro (Sesdec). O recebimento do documento foi protocolado pela Sesdec.


>> 17 de abril (domingo) – Caminhada pacífica e ordeira na orla de Copacabana, por bombeiros em trajes civis, desarmados e de folga. Enquanto se manifestavam foram fotografados por bombeiros do serviço reservado (B/2). Durante a manifestação, um avião fretado sobrevoou a orla carioca com a faixa: “BOMBEIROS PEDEM SOCORRO! POPULAÇÃO CARIOCA PRECISAMOS DE VOCÊS!”  Esse foi o segundo avião, já que o primeiro foi impedido de voar e a faixa foi confiscada por agentes do serviço reservado, no Aeroporto de Jacarepaguá. 

 >> 19 de abril (terça-feira) – Militares que participaram do ato do dia 17 receberam memorandos para responderem se estiveram presentes ou não na manifestação de Copacabana. À noite, foi publicada no Boletim Interno da corporação a transferência de 36 bombeiros como retaliação.

>> 20 de abril (quarta-feira) – Ato pacífico no Largo do Machado e caminhada até o Palácio Guanabara, na intenção de serem recebidos pelo Sr. Governador. Não foram recebidos por nenhum representante do Governo. Encaminharam-se então à Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (ALERJ), onde foram recebidos. Houve manifestações de apoio de parlamentares presentes. A mesa diretora da ALERJ agendou uma reunião entre a comissão de Bombeiros, o comando do CBMERJ e uma comissão de Deputados para o dia 28 de abril, 10h, no 1º GMar (Botafogo). Todo esse processo foi transmitido ao vivo pela TV Alerj.  

>> 21 de abril (quinta-feira) – Bombeiros tentaram o aquartelamento (permanecer em seus quartéis mesmo em folga, efetuando os serviços normalmente. O direito ao aquartelamento, inclusive com alimentação nos quartéis todos os dias, é direito dos militares). Os militares do 2º GMar (Barra), 3º GMar (Copabana) e 18º GBM (Cabo Frio) foram impedidos de entrar em seus quartéis de origem. Permaneceram em frente ao 2º GMar e 18º GBM, onde dormiram acampados. Os Bombeiros do 1º GMar e do 4º GMar não foram impedidos de se aquartelarem.


>> 22 de abril – Caminhada pacífica à noite do 3º GMar (Copacabana) ao 17º GBM (Leblon), onde acamparam. No 18º GBM (Cabo Frio), os Bombeiros fizeram uma caminhada. Nesse dia, novamente um avião fretado para levar a faixa de divulgação do movimento na orla do Rio foi impedido de voar.

>> 23 de abril – Caminhada pacífica de manhã do 17º GBM (Leblon) ao posto 12 da orla do Leblon.

>> 25 de abril – Caminhada pacífica da Candelária ao Quartel Central do Corpo de Bombeiros, no Campo de Santana, onde um ato pacífico foi feito. Devido à tempestade, o acampamento previsto para a noite foi suspenso.




  


>> 27 de abril à noite – Ato pacífico à noite na Cinelândia, em frente ao Theatro Municipal, onde o Sr. Governador Sergio Cabral participava de solenidade. Apesar do caráter totalmente pacífico da ação, o Batalhão de Choque da Polícia Militar foi chamado, munido de gás lacrimogênio, armas de efeito moral, escudos e cassetetes.

>> 28 de abril – Os bombeiros militares compareceram ao 1º GMAr, em Botafogo, acompanhados por deputados, para a reunião com o comandante-geral do Corpo de Bombeiros, Pedro Marco Cruz Machado, agendada pelo presidente da mesa da Alerj em 20/04. O comandante não compareceu e não deu explicações a respeito de sua ausência. Os bombeiros dirigiram-se, então, à Alerj, onde foram recebidos. Recebidos nas galerias da Casa, ouviram os pronunciamentos de deputados estaduais que apoiaram o movimento. Transmissão ao vivo pela TV Alerj. Veja reportagem 

>> 3 de maio – O Sr. Governador Sergio Cabral informa, por meio do Sr. Deputado Andre Correa, que negociaria com os trabalhadores em reunião se os mesmos suspendessem a passeata prevista para o mesmo dia, partindo do Largo do Machado ao Palácio Guanabara onde novamente tentariam ser ouvidos, repetindo a tentativa do dia 20 de abril. Os trabalhadores, então, realizam apenas ato no Largo do Machado. Foi prometida reunião no dia seguinte com presença do Sr. Secretário de Estado de Governo Sr. Wilson Carlos.

>> 4 de maio – O Sr. Secretário de Estado de Governo Sr. Wilson Carlos não comparece à reunião agendada com representantes dos trabalhadores e deputados, conforme agendado no dia anterior. Os trabalhadores se dirigiram à Alerj, onde montaram acampamento até dia 12 de maio. 








>> 9 de maio – Passeata no Centro, percorrendo da Alerj até a Candelária e Av. Rio Branco. 

>> 11 de maio – Ato no cruzamento da Av. Presidente Vargas e Av. Rio Branco. 

>> 12 de maio – Ato em frente à Alerj e doação de sangue. 

>> 13 de maio – Mais de 1500 trabalhadores participam de caminhada da Alerj até Copacabana, onde fazem abraço simbólico à praia. Auditoria Militar expede pedidos de prisão ilegais contra cinco trabalhadores. 

>> 16 de maio – Ato em frente à Alerj, a partir das 8h, enquanto era realizada na Casa uma Sessão Legislativa na tentativa de conseguir ANISTIA para todas as punições empreendidas em retaliação aos trabalhadores. 

>> 3 de junho  – Ato em frente à Alerj, seguido de passeata até o Quartel Central, que foi ocupado pelos trabalhadores. INVASÃO VIOLENTA DO QUARTEL CENTRAL PELO BOPE E PRISÃO DOS 439 HERÓIS!!!




 
  















>> 11 de junho  – Soltura por força de Habeas corpus. A luta passa a ser pela ANISTIA criminal e administrativa. 

 

 





>> 12 de junho  – Ato pacífico em repúdio à prisão e pela ANISTIA dos  439 heróis presos de forma arbitrária na orla de Copabacana!!!























>> 20 de junho – Reunião de bombeiros com o Comando Geral do CBMERJ convocada nominalmente por meio do Boletim Interno da Corporação. Na ocasião, apesar dos esforços de ambos os lados, não houve proposta compatível com as demandas de anistia e as reivindicações - salário líquido de R$ 2 mil, fim das gratificações, vale transporte e melhores condições de trabalho.

>> 21, 22 e 23 de junho – Reuniões dos heróis que foram presos com a Defensoria Pública. 


>> 23 de junho –  Aprovação pela Comissão de Constituição e Justiça do Senado do Projeto de Lei do Senado n. 325, que "Concede anistia a bombeiros militares do Estado do Rio de Janeiro, punidos por participar de movimentos reivindicatórios". Agora, o Projeto de Lei precisa ser aprovado na Câmara dos Deputados e sancionado pela Presidência da República. Para ler o documento original da Comissão de Constituição e Justiça do Senado, CLIQUE AQUI [na página 7].

>> 24 de junho  – Doação de sangue em agradecimento ao apoio e solidariedade da população. No total, 35 litros de sangue foram doados por 75 bombeiros e familiares. A coleta de assinaturas para o abaixo-assinado pela anistia aconteceu ao longo de toda a semana, em vários pontos de coleta no Rio de Janeiro. 


>> 26 de junho – Ato pela ANISTIA IRRESTRITA, criminal e administrativa, aos 439 heróis presos, a partir das 9h no Aterro do Flamengo. Durante o evento, com a presença de milhares de pessoas, houve coleta de assinaturas para o abaixo-assinado pela anistia. Participaram profissionais da Polícia Militar (identificados pela cor azul), da Educação (identificados pelo preto, em sinal de luto) e da Saúde. Por volta de 13h, uma carreata percorreu a orla do Rio até a Barra da Tijuca. 



     PM NO LOCAL

EDUCAÇÃO NO LOCAL

SAÚDE NO LOCAL

COLETA DOS ABAIXO-ASSINADOS

 CARREATA PELA ORLA


  


 >> 27 de junho  – Os heróis partem para Brasília com o objetivo de garantir a ANISTIA CRIMINAL. A concentração dos ônibus partiu da Alerj às 23h. No total, seguiram na caravana 200 presos mais 115 bombeiros e familiares. 

As caixas com abaixo-assinados
pedindo a anistia dos heróis

>> 28 de junho - Data histórica da conquista da ANISTIA ADMINISTRATIVA de todos os militares envolvidos no movimento por dignidade do bombeiro militar. A anistia contempla todos os miliatares presos, inclusive os PMs, e garante anistia para punições aplicadas desde abril, quando o movimento chegou às ruas. O projeto de lei que concede ANISTIA ADMINISTRATIVA foi aprovado por unanimidade pelos deputados presentes, já às 20h, com as galerias da Casa ocupadas por bombeiros e familiares. O projeto de lei votado na Alerj segue para a sanção do governador (Projeto de Lei 664/11). Houve uma manobra para que os deputados que desde a primeira hora apoiaram e defenderam os bombeiros fossem IMPEDIDOS de assinar o projeto de lei. QUEM SÃO ELES: Janira Rocha, Marcelo Freixo, Flávio Bolsonaro, Clarissa Garotinho, Luiz Paulo, Paulo Ramos, Lucinha, Altineu Cortes, Marcio Pacheco, Comandante Bittencourt, Miguel Giovani e Wagner Montes. Não precisamos de assinatura no projeto de lei, sabemos muito bem quem está do nosso lado!!! Na mesma data, também foi aprovada a proposta do governo para antecipação das parcelas do reajuste de 5,5% (já previsto para este ano - Projeto de Lei 571/11) e a proposta de uso de 30% do Funesbom para finalidades como pagamento de gratificações (projeto de lei 595/11). Os deputados que nos apoiam prepararam várias emendas que atenderiam as reivindicações feitas desde abril (salário básico de 2 mil reais, fim das gratificações e vale transporte), mas em votação hoje estas emendas não foram aprovadas pela Assembleia!!!! POR ISSO, A MOBILIZAÇÃO PELA DIGNIDADE CONTINUA! SALÁRIO DIGNO, FIM DAS GRATIFICAÇÕES DISCRIMINATÓRIAS! VALE TRANSPORTE!

Os bombeiros e familiares que acompanhavam os debates nas
galerias da Alerj manifestavam a insatisfação com a fala de alguns
deputados dando as costas para a mesa da Casa.
=

>> 29 de junho - Em Brasília, de manhã, os bombeiros e familiares caminharam pelas ruas da capital até o Congresso Nacional, onde fizeram um ato pela aprovação do projeto de lei que concede a ANISTIA CRIMINAL. No gramado em frente ao Congresso Nacional, eles repetiram a formação do SOS com os corpos, como feito no dia da prisão. Desta vez, a mensagem foi 'SOS DILMA RJ'. Na parte da tarde, representantes dos bombeiros foram recebidos pelo líder do governo, mas houve dificuldades para garantir a votação. Frente a esta situação, já à noite os bombeiros chegaram a se posicionar novamente no gramado do Congresso Nacional e afirmaram que manteriam jejum e de lá não sairiam até conseguir uma solução. O presidente da Câmara dos Deputados, Marco Maia, se apresentou para o diálogo e informou que havia conseguido uma brecha na pauta de votação da Casa no dia seguinte.


Naquela mesma manhã, no Rio de Janeiro, o Sr. Governador Sergio Cabral concede entrevista exclusiva ao vivo à rádio CBN em que admite publicamente o erro por ter chamado os bombeiros militares de vândalos e tenta rebater os diversos escândalos sobre envolvimento com empresários. Apesar da mea culpa tardia, quase um mês depois, OS BOMBEIROS, SEUS FAMILIARES E A SOCIEDADE JAMAIS ESQUECERÃO AS PALAVRAS E PRINCIPALMENTE OS ATOS: A ORDEM AUTORITÁRIA DE PRISÃO E A ORDEM COVARDE  DE INVASÃO PELO BOPE.



>> 30 de junho - Data histórica em que o projeto de lei que concede ANISTIA CRIMINAL aos bombeiros é aprovado na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados, em sessão às 10h.

>> 2 de julho - No Dia do Bombeiro, um ato na orla de Copacabana foi realizado para saudar a conquista da anistia, agradecer a solidariedade da população e mostrar a manutenção da luta pela DIGNIDADE. Com o apoio da ONG Rio de Pa, um varal com 439 camisetas vermelhas foi erguido.


>> 12 e 13 de julho - Uma caravana com 420 homens ruma para Brasília na luta pela PEC 300. No dia 12, participaram de reunião da Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado da Câmara dos Deputados e representantes foram recebidos pela secretaria geral da Presidência da República. Na noite de terça para quarta, os militares permaneceram acampados em frente ao Palácio do Planalto. No dia 13, foi conseguida a assinatura do líder do PMDB, Henrique Alves, em prol da votação da PEC 300. A assinatura desta liderança era uma das principais lacunas para que a votação entre em pauta. Outra vitória foi a conquista do apoio da bancada evangélica, num total de 82 parlamentares, à causa da PEC 300. 
 
Reunião na Comissão de Segurança Pública e Combate ao
Crime Organizado da Câmara dos Deputados
>> 3 de agosto - No dia em que o episódio do Quartel Central, com as prisões arbitrárias e a invasão violenta pelo Bope, completou dois meses, os bombeiros fizeram  ato nas escadarias da Alerj, onde encontraram professores do movimento da Educação. Seguimos ao Palácio Guanabara, onde mostramos que a luta por dignidade continua. 







>> 8 de agosto - Assembleia de criação da Associação SOS Bombeiros Juntos Somos Fortes (mais informações aqui). 






>> 9 e 10 de agosto - Caravana em  Brasília, na luta PELA ANISTIA CRIMINAL E PELA PEC 300. Bombeiros acampam no auditório da Câmara dos Deputados na noite do dia 9 e fazem ato em frente ao Palácio do Planalto no dia 10. No Rio, aquartelamento. 









>> 21de agosto - Pelotão do SOS Bombeiros participa da Meia Maratona Internacional do Rio de Janeiro.  




>> Desde 30 de agosto - Desde as 16h do dia 30 de agosto, os bombeiros estão na Alerj, dia e noite, na mobilização por dignidade. Na noite do dia 30, o Comandante Geral do Corpo de Bombeiros Sergio Simões foi à manifestação. 







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